quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Um oásis de vida sob o deserto de Atacama



                                                                              


Descoberta foi feita no subsolo

Fotografia © Parro et al./CAB/SINC

Retirada do DN


Investigadores espanhóis e chilenos encontraram micróbios a dois metros de profundidade, o que reforça a esperança de se encontrar um dia vida em Marte


Uma paisagem lunar, ou marciana, de uma extrema secura, onde predominam os tons castanhos, que se sucedem ao longo de quilómetros e mais quilómetros, é assim o deserto de Atacama, no norte do Chile. Mas foi sob este terreno inóspito e infértil que um grupo de investigadores chilenos e espanhóis descobriu agora, a dois metros de profundidade, um verdadeiro oásis de vida, onde se misturam diferentes micro-organismos.

A descoberta, publicada na revista científica Astrobiology, vem reforçar a hipótese de que comunidades semelhantes de micróbios possam albergar-se no subsolo árido de Marte.

A equipa que fez a descoberta em Atacama, coordenada pelo investigador Victor Parro, do Centro de Astrobiologia espanhol (INTA-CSIC), encontrou as comunidades microbianas insuspeitas em habitats subterrâneos ricos em rochas salinas com grande capacidade de absorção de água.

A curiosa particularidade destes micróbios é que eles proliferam sem problemas num meio onde não existe oxigénio, nem luz. Ou seja, são muito "marcianos".

A descoberta foi feita graças a uma tecnologia capaz de detetar sinais ínfimos de vida, designada SOLID, e que foi desenvolvida para futuras missões em Marte. O SOLID é um biochip que inclui um total de 450 anticorpos para identificar material biológico, como açúcares, ADN (material genético) e proteínas. As amostras podem ser recolhidas, incubadas e processadas automaticamente. E os resultados agora obtidos em terra são muito promissores, adianta o Diário de Noticias.

Será que encontraremos, um dia, vida em Marte? Muito interessante foi saber que estes micróbios proliferam sem problemas num meio onde não existe oxigénio, nem luz.
E o que nos deixa mais contentes é saber o que a tecnologia continua a ser capaz de fazer!





Inf: 
Diário de Noticias!


Fukushima foi "submersa" por onda de 21 metros

Operações de salvamento numa área que ficou submersa em Fukushima
Fotografia © Ho New-Reuters
Retirada do DN 


Estudo avaliou impacto das ondas em 28 pontos da região de Fukushima, e concluiu que a água atingiu o dobro da altura até agora dada como adquirida.

Especialistas da Universidade de Tóquio estabeleceram que a zona de Fukushima foi atingida a 11 de março de 2011 por uma onda de 21 metros, e não de dez metros como até agora se julgava.

Os especialistas estudaram o impacto da onda em 28 pontos distintos, todos eles no interior da zona de exclusão, a uns 40 quilómetros da costa.

Assim, concluíram que a onda chegou aos 21,1 metros de altura na cidade de Tomioka enquanto nos arredores da central de Fukushima-1 atingiu os dez metros.

O responsável pelo estudo, professor Shinji Sato, referiu que estes dados exigem a continuação da investigação para determinar como é que as ondas atingiram aquela altura e quais as medidas de segurança mais eficazes.

Até agora, e em resultado de anteriores estudos, todos eles realizados fora de exclusão, pensava-se que as ondas do tsunami não tinham ultrapassado os dez metros de altura.


Primeiro a noticia de que Fukushima corria risco acrescido na central nuclear, agora conclui-se que a água atingiu o dobro da altura do que se pensava!
 O que mais acontecerá no Japão? Haverá forma de evitar acontecimentos tão trágicos?  
   Todos estes acontecimentos são prejudiciais para a população, sem contar com as pessoas que devem morrer, ficar feridas ou ate desaparecerem !  




Informaçao:

Diário de Noticias 
   

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Acrescido risco de sismo na central nuclear de Fukushima

Sismo de 11 de Março teve o seu epicentro a 160 quilómetro da costa de Fukushima
Imagem retirada: CiênciaHoje  




      Depois do terramoto de 11 de Março do ano passado, cuja magnitude foi de 9.0, o risco sísmico na central nuclear de Fukushima ( Japão) aumentou.
   Estudos que foram realizados, demonstram que o sismo reactivou uma falha sísmica que se encontra localizada perto da central nuclear.  O epicentro do sismo que afectou o Japão situou-se no fundo do mar, a 160 quilómetro da costa de Fukushima, tendo provocado um tsunami que afectou a central. Os investigadores japoneses e chineses que levaram a cabo este estudo concluem que é um terramoto mais próximo da costa onde se encontra a central.
   É de levar em consideração o reforço da segurança da central para que possa suportar terramotos de grande intensidade.








Referencias: CiênciaHoje

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Capa do filme "Home"
Retirada do youtube 
Lançamento: 2009

  Ontem, na aula de geologia, assistimos a um filme extraordinário o "Home".
        Este filme mostra-nos como a vida alterou a atmosfera. Home - O nosso planeta, a nossa casa mostra-nos o que nós, seres humanos, estamos a causar ao planeta que nos acolhe. Este filme  prova-nos, através de informações , até antes de nossa existência, que somos a única espécie  viva neste planeta que consome mais do que precisa para sobreviver.
      Os cientistas  dizem que temos 10 anos para mudar a maneira como vivemos, evitar que se esgotem  os recursos naturais e a evolução catastrófica do clima da Terra. 
         Todos devemos participar no esforço, e HOME  foi concebido para levar uma mensagem de mobilização para fora a cada ser humano. 
  Para além das imagens fantásticas, de uma qualidade inacreditável, chegam aos nossos olhos com uma beleza que só a natureza nos proporciona  e que, apesar de tudo , ela não deixa de nos encantar.
   Assistam a este filme! É incrível. 
                                                 
                                 "É tarde de mais para ser pessimista " 
                                                                                                            Frase do filme. 


   
                                                                       Home ( Trailer)


                                                                                                      Carregado por homeprojectES em 24/04/2009
                                                                                                                     Retirado do youtube 

    

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O que é um glaciar??

Glaciar 

  • Os glaciares  são grandes massas móveis de gelos permanentes. 
  • Podem ser encontrados a grandes altitudes.  


Os glaciares podem ser de dois tipos:
  •      Continentais ou inlandsis 
  •      Alpino ou de montanha (de vale) de circo ou de circo e vale. 


Como se formam??


   Quando e onde a queda de neve exerce a perda (por fusão) de neve à superfície da Terra, ao longo do tempo.
      A acumulação da neve leva ao aumento da pressão, passando dos estados de nevado e depois à formação do gelo glaciar. 





Chamamos blocos erráticos a enormes corpos rochosos transportados e depositados por acção de um glaciar e cuja litologia, muitas vezes, é completamente diferente das rochas que afloram à superfície. 
Bloco errático: Poio do Judeu, na serra da Estrela 



Os crevasses são fendas geralmente profundas produzidas no gelo glaciário cuja origem se deve às tensões produzidas no interior do glaciar, devido ao seu movimento no leito glaciário.


Crevasses 



As rochas aborregadas: modelado característico de certas rochas originado devido à acção mecânica do glaciar que vai arredondando progressivamente as arestas vivas das rochas existentes em zonas sujeitas a glaciações.

Rocha aborregada 




Tilitos: são rochas sedimentares de origem glaciária formada pela compactação e cimentação de material não estratificado depositado directamente pela acção do gelo glaciário.

Os vales em "U" são perfis transversais típicos de uma zona glaciária devido ao deslocamento do glaciar.
Vale em "U"

   Esta matéria vai de encontro ao que temos vindo a lecionar nas aulas de Geologia.
   É de todo o interesse dar a conhecer e mostrar o que nós aprendemos, pois agora somos capazes de identificar os termos que aprendemos em qualquer situação, lugar....etc.
 











Referencias electrónicas  :


Inf.
Geologia 12º ano, Porto Editora
Fonte: Direcçao- Geral de Minas e Serviços Geológicos
Serviços Geológicos de Portugal, 1968.
imagens : http://wwwp-content/gallery/parque-nacional-los-glaciares/parque-nacional-los-glaciares-4.jpg
http://www.360portugal.com/Distritos.QTVR/Parques_Naturais.VR/Serra_da_Estrela/1_PoioJudeu.html
http://kids.britannica.com/comptons/art-140029/Crevasses-mark-the-ice-near-Mount-Erebus-on-Ross-Island
http://geobarreiros.blogspot.com/2011_06_19_archive.html

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Fotografia © NASA
Retirada do Diário de Noticias


A NASA mostrou as primeiras imagens captadas com o instrumento CERES, que está no satélite Suomi para melhorar as previsões meteorológicas e aumentar o entendimento das alterações climáticas, que tem vindo a ser  o que muitas pessoas questionam. 

Os resultados do CERES ajudarão os cientistas a determinar o equilíbrio energético da terra, proporcionando um registo de longo prazo deste parâmetro ambiental crucial, que servirá para consolidar a informação dos seus antecessores.

Inicio de chegada ao Espaço: 
28 de outubro de 2011
O principal investigador do CERES, Norman Loeb, afirmou que o instrumento "vigia pequenas mudanças na energia da Terra, a diferença entre a que entra e a que sai".
Em comunicado, adiantou que "qualquer desequilíbrio na energia da Terra, devido às crescentes concentrações de gases, aquece os oceanos, aumenta o nível do mar e causa os aumentos de temperatura".













Referencias eletrónicas : 
NASA
DN 



Carta topográfica.

       Em consequência de estudarmos,  nas aulas,  a elaboração de uma carta topográfica , foi-nos proposto que elaborássemos também uma.

porção pequena de uma carta topográfica.   

Linhas de água elaborados por nós  












Curvas de nível e pontos cotados







Esta carta é o resultado do nosso trabalho. 



Gostamos muito de realizar este trabalho.
Executamo-lo através de um programa de desenho vetorial (Inkscape), e foi bastante enriquecedor pois foi possível realizar um trabalho nunca antes imaginados por nós. Foi um verdadeiro "desafio".