quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Primeiras imagens de Vesta a baixa altitude

Vesta a baixa altitude
Imagem retirada da NASA
     Ao ler o Diário de Notícias, deparamos com uma notícia bastante interessante, e como tal nao podíamos deixa-la escapar.
A Sonda Dawn, da NASA, fez retratos da superfície do asteróide a cinco quilómetros de altitude.   
  Esta é a visão mais próxima de sempre do asteróide Vesta, que é o segundo maior do sistema solar.
   
   Sulcos longos, crateras profundas, a maior montanha do sistema solar e afloramentos de materiais brilhantes, que reflectem a luz do sol, e de outros que a absorvem, e por isso surgem mais escuros nas imagens, . As novas imagens foram registadas pelas câmaras da sonda Dawn e revelam uma nova face de Vesta.

  É espantoso ver o que a tecnólogia é capaz de nos oferecer, e neste caso, dando-nos  estas imagens espantosas do asteróide Vesta.



Baseado no Diário de Notícias.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Documentário BBC - Terra: O Poder do Planeta - Terra Rara - 1 de 6
Retirado do youtube
Enviado por jesussejalouvado em 14/08/2009


A propósito de vários documentários que vimos nas aulas, e na qual nós adoramos decidimos colocar um "cheirinho" de um dos espetaculares documentários da BBC. 
Este documentário fala-nos sobre a Terra  que é um mundo espantoso cheio de maravilhas naturais.
O autor destas séries é Lain Stewart e vai explorar como o nosso planeta funciona.
Vejam, cumentem e apreciem as maravilhas do nosso planeta .

Mamíferos mudaram com alterações climáticas

Antepassados de rinocerontes há 50 milhões de anos
Fotografia © Carl Buell





Com o aumento da temperatura global, nos últimos 65 milhões de anos, houve seis vagas de novas espécies de mamíferos que se extinguiram.

Como a ondulação que agita em círculos sucessivos a superfície de um lago quando se lhe atira uma pedra, assim se processou a evolução das espécies de mamíferos, nos últimos 65 milhões de anos, em ondas que surgiram, floresceram e se perderam, para dar lugar a outras, reproduzindo o mesmo padrão. Sem grande surpresa, a "pedra", o elemento associado às ondas através das quais se processou esta evolução, chama-se alterações climáticas. Um mau sinal para os tempos que correm.


Esta notícia, é mais um alerta para reforçar aquilo que todos, ou grande parte das pessoas sabem.
Ao ler esta notícia, achamos interessante coloca-la no nosso blog, pois assim vão tendo uma pequena noção das alteraçoes que o nosso planeta vai tendo ao longo dos anos e que "ninguém" se apercebe.




Diário de Noticias

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Anoitecer da Península Ibérica

Portugal e Espanha vistos do espaço
Fotografia © DR
Imagem da NASA




Hoje, 26/12/2011,  quando liamos o Diário de Notícias deparamos com uma curiosidade que era o destaque do dia na Internet . A notícia era Portugal e Espanha vistos do espaço.A orla costeira e a despovoação do interior estão bem visíveis na imagem de Portugal e Espanha captada pelo Observatório Terrestre da Nasa.  



O site do Observatório Terrestre da Nasa apresenta hoje como imagem do dia uma foto captada na noite de 4 de Dezembro e que mostra a Península Ibérica vista do espaço.
Sem nebulosidade, a iluminação nocturna ganha destaque dando, além de um bela imagem, uma noção da distribuição da população em Portugal e Espanha. Os focos de luz em Lisboa, Madrid e Sevilha são devidamente assinalados.



Notícia do Diário de Notícias 



quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Amonites.


Amonite

Esta imagem foi retirada da BBC Nature


   As Amonites foram moluscos de antigos oceanos e viveram na mesma época que os dinossauros. Viveram na Terra e desapareceram durante a extinção dos dinossauros .  As amonites  tinham  uma variedade de tamanhos, desde espécies pequenas apenas com um par de centímetros de diâmetro, e as grandes atingiam  mais de dois metros de diâmetro. . Possuiam uma camara em espiral, e  preenchiam  essas camaras com líquido ou gás, o que  permitia à amonite  afundar como uma pedra para evitar predadores, embora com conchas,  foram encontradas nas amonites evidências de que nem sempre funcionava. As conchas sao geralmente fósseis, mas nem sempre são espirais bonitas como estas.

Decidimos colocar informação sobre amonites, dado o facto de dar a conhecer a sua capacidade de fugir aos predadores desta forma. Também estamos a lecionar matéria à cerca destes seres extraordinários, e embora tenham vivido num intervalo curto de tempo (designado fóssil de idade) foram marcados na história da Geologia.
Referencias eletrónicas: http://www.bbc.co.uk/

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Estudo Dos Fósseis

O que é um fóssil ?
  • São restos, marcas ou vestigios de seres vivos que viveram em tempos geológicos diferentes do nosso.
  • Os fósseis têm a idade das rochas que os contem.
Registo fóssil


















Através do estudo dos fósseis foi possível ao Homem:
  • Compreender a evolução dos seres vivos, as adaptações e extinções ao longo da história da Terra;
  •  Reconstituir os organismos numa dada época, o seu modo de vida, como é que interagiam entre si e como se relacionavam como meio ambiente onde viviam;
  •  Reconstituir os ambientes do passado e assim reconstituir a geografia da Terra;
  •  Reconstituir os climas do passado;
  •  Efectuar a datação relativa dos estratos rochosos.


Fósseis de ambiente ou fósseis de fácies


São os fósseis que melhores indicações fornecem quanto às características do ambiente em que viveram – Paleoambiente e do ambiente de formação das rochas que os contêm. Correspondem a organismos com exigências de vida muito específicas e restritas.
A identificação dos paleoambientes permite-nos reconstituir a geografia da Terra no passado –Paleogeografia - como por exemplo,a distribuição dos continentes e oceanos, a extensão de mares antigos, praias, lagos, entre outros.


Fósseis de idade ou fósseis característicos


São fósseis muito importantes para a datação relativa de formações geológicas, uma vez que os estratos que apresentem o mesmo conteúdo fossilífero são considerados da mesma idade.

Têm:

1 – Evolução rápida e curta distribuição temporal – ou seja, o fóssil só é característico de um dado tempo geológico, se o intervalo entre o seu aparecimento e a sua extinção for curto;

2 - Ampla distribuição geográfica – de forma a poderem ser encontrados em diversos locais e permitirem comparações entre estratos geológicos distantes;

3 – Ocorrência em abundância – quanto maiores forem as populações dos seres vivos, maior será a probabilidade de se formarem fósseis e ocorrerem no registo geológico;

4 – Estruturas fossilizáveis – a fossilização de um organismo depende em grande medida da presença de estruturas rígidas, como conchas, carapaças, dentes ou ossos.

Resolvemos colocar esta informação, que vai de encontro à matéria abordada nas aulas sobre Fósseis.
  É interessante descobrir a quantidade de informação que eles nos podem fornecer. Neste vídeo podemos visualizar como se formam os fósseis, e torna-se ainda mais interessante pela sua visualização.
    



                                                                               WHAT ARE FOSSILS?


                                                                                                Video retirado do youtube.
                                                                                                                         Enviado por dinodays1 em 21/05/2011




Referências eletrónicas:
http://www.jornalinfinito.com.br/series.asp?cod=145
http://e-geo.ineti.pt/divulgacao/materiais/posters/poster_correlacao

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

"Relógios" paleontológicos

  Através dos dados de litostratigrafia, vimos que podemos correlacionar determinados acontecimentos geológicos ocorridos numa dada região. No entanto, quando queremos correlacionar determinado tipo de formações geológicas com outras muito afastadas geograficamente, apenas com base nos dados relativos ás suas características litológicas, estes revelam-se insuficientes.
    Uma correlação a nível global pode, no entanto, ser feita tendo em conta o conteúdo paleontológico de um determinado corpo rochoso, o que permite comparar a idade relativa de diferentes formações no espaço e no tempo. A biostratigrafia pode ser considerada uma ciência de fronteira entre a estratigrafia e a paleontologia, tendo como principal objectivo o estudo temporal dos fósseis existentes no registo estratigráfico.








    

Fig. 1- A biostratigrafia permite o estabelecimento de unidades estratigráficas, tendo em conta o conteúdo paleontológico dos estratos.


  Certo tipo de fósseis, como , por exemplo, as amonites, funcionam como "relógios" extremamente precisos na datação de determinadas formações lógicas. O fósseis que permitem ao geólogo estabelecer acontecimento são determinados fósseis indicadores estratigráficos, característicos ou de idade.

  Os fósseis de idade apresentam uma repetição geográfica muito ampla (distribuição horizontal) e evolução de gêneros e espécies muito rápida (distribuição vertical). A abundância (elevada taxa de reprodução) e o bom potencial de preservação (esqueleto, conchas ...) dos organismos cujos vestígios ficaram fossilizados permitem classifica-los como marcadores temporais muito precisos, servindo de apoio aos paleontólogos para datar os estratos que os contêm.


  Com base na presença de determinados fósseis de idade, é possível estabelecer correlações entre estratos de formações geológicas geograficamente afastadas. O principio da identidade paleontológica ou da sucessão faunística admite que estratos que possuam o mesmo registo paleontológicos são da mesma idade.