quarta-feira, 21 de março de 2012

Astrónomos descobrem uma rara galáxia retangular

Localizada a 70 milhões de anos-luz tem a forma de uma esmeralda lapidada e desafia as leis da natureza


Retirada do Diário de Noticias 



Uma equipa internacional de astrónomos descobriu uma rara galáxia retangular, muito semelhante, na forma, a uma esmeralda lapidada.

A extraordinária galáxia, que em nada se parece com a nossa, situa-se a cerca de 70 milhões de anos-luz da Via Láctea e segundo os cientistas "parece desafiar as leis da natureza".

No Universo a maioria das galáxias existem em uma de três formas: esférica, em forma de disco ou com uma forma absolutamente irregular", explica Alister Graham da Universidade de Tecnologia de Swinburne, em Melbourne, na Austrália.

O investigador, que trabalhou no seu laboratório com colegas da Alemanha, Suíça e Finlândia, garante que a nova galáxia tem uma forma realmente invulgar. Integrante de um grupo de 250 galáxias "é uma daquelas coisas que te faz sorrir, porque não deveriam existir... ou melhor, não é esperado".

"É um pouco como a torre inclinada de Pisa ou a descoberta de algumas espécies exóticas, que à primeira vista parecem desafiar as leis da natureza", continua o cientista.


Mais uma descoberta invulgar. Realmente neste planeta existe de tudo!
E quando pensamos que o melhor já foi descoberto, a natureza e a tecnologia provam-nos que melhores descobertas virão. 


Informação do DN

terça-feira, 20 de março de 2012

A Terra Ontem, Hoje e Amanhã




Resolvemos colocar nesta publicação uma pequena síntese de toda a matéria lecionada e alguma que iremos ainda abordar. 
Podemos constatar que um fator desencadeia enumeras consequências, e isso é visível neste esquema. 





Referências eletrónicas: Geologia/ 12º ano 

Autores: José Mário Félix; Isabel Cristina Sengo; Rosário Bastos Chaves
Editora: Porto Editora 
Capa: António Modesto 

sexta-feira, 16 de março de 2012

Árvore dos Hominídeos

Árvore dos hominídios
Autores: Vanessa e Raquel 

     No âmbito da disciplina de geologia, foi-nos proposto que desenhássemos a grande família dos hominídeos.
Com a ajuda do programa informático denominado" Inkscape" tivemos oportunidade de realiza-la com sucesso.  As linhas representadas a laranja são respecivas aos crânios a que cada especie corresponde.
  

quarta-feira, 14 de março de 2012

"Os seis graus que podem mudar o mundo"

Não podemos mudar o passado  mas podemos melhorar o futuro



  
                                                        Carregado por TheNEUTRINAS em 12/04/2011
                                                                                               Retirado do youtube 






       E a cada filme, a cada documentário que assistimos na aula de geologia ficamos mais impressionadas.
Dá-nos vontade de saber mais e mais, e perceber o porquê de tudo o que acontece no nosso mundo.


As  mudanças climáticas podem afetar todos se o efeito de estufa continuar a aumentar. O aquecimento global não significa apenas o aumento de temperatura. Podem ocorrer secas num local e cheias noutro. Os cientistas alertam, mas as pessoas parecem não dar muita importância.
Basta apenas aumentar um grau na temperatura média para que tudo o nosso planeta mude. As pessoas parecem não querer  ver a realidade, porquê?? Porque simplesmente dizemos que estamos bem no nosso canto. Errado.
E se a temperatura global aumentasse mais 3ºC?  O Ártico deixaria de ter gelo no verão, a floresta da Amazónia ficaria seca....
Este video mostra o que é essencial para perceberes a situação em que estamos.
E se a temperatura aumentasse 6ºC?? Está na hora de veres este documentário e ficarás a saber a resposta.

Seca em Portugal


Sic
Raquel e Vanessa 


 A seca está a preocupar os agricultores da zona oeste. Sem chuva, muitas das plantações de couves estão perdidas, com prejuízos  que podem afetar 30% a 40% da produção.  
Sic
Raquel e Vanessa


    Na região oeste, os três meses sem chuva destruíram  30% a 40%  da produção.  As parcelas  com rega  escapam ao prejuízo, mas os agricultores são obrigados a gastar as reservas de água de que vão precisar no verão.  
     Além das perdas de couves, os agricultores queixam-se também da perda de batata.



Raquel e Vanessa 
Inf.: baseado no Jornal da Noite 






terça-feira, 13 de março de 2012

Reação em cadeia- o mundo sem petróleo


      Após a visualização do filme " Aftermath - World without oil "  da National Geographic, foi-nos proposto que fizéssemos uma pequena reflexão sobre o assunto. 

Já alguma vês te questionaste sobre o possível desaparecimento do petróleo?

Pois.... talvez nunca tenhas pensado nisso, tal como nós. Mas está na altura de pensares. O que acontecerá? Que consequências trará? Será bom, ou mau? 











Part 2 of 3 ( Parte do filme)
Carregado por thefluidic em 14/03/2011
Retirado do Youtube  


Isto é um bocadinho do que acontecerá se um dia o petróleo acabasse. Como nos poderíamos adaptar sem ele?
Como vamos ver o mundo quando o alimento começar a escassear,  a energia elétrica falhar e o inverno ser dolorosamente frio. O que será mais importante para a nossa sobrevivência - a tecnologia para desenvolver novas fontes de energia, ou uma mudança para uma forma mais sustentável de vida?
Pensa nisso!


Raquel e Vanessa

Mudanças climáticas e evolução do Homem

    No âmbito da disciplina de geologia, foi-nos proposto que realizássemos um trabalho após a visualização de um filme "The Human Family Tree", relacionado com as mudanças climáticas.
    Adão e Eva são mitos criados pelos povos que se interrogam com a origem da humanidade. Segundo o povo, Adão e Eva, seriam o primeiro homem e a primeira mulher que, por sua vez, apareceram na terra sendo exatamente como os homens e as mulheres atuais.
Mudanças climáticas 
   As mudanças ambientais que surgiram no decurso da historia da terra também introduziram alterações significativas ao nível da biosfera. Este tipo de alterações foram importante, por exemplo, no aparecimento dos hominídeos.. Há aproximadamente 8 milhões de anos, verificou-se uma reativação de fenómenos tectónicos distensivos no continente africano que conduziu à formação do "rifte Africano". Este fenómeno, com origem na dinâmica interna do planeta, provocou uma modificação quer ao nível da topografia quer ao nível do clima dessa região, funcionando assim como uma barreira geográfica propicia a fenómenos de especiação.
      O Sapiens difundiu-se não só em África mas também nos continentes vizinhos; aventurou-se também pelas regiões mais frias ou distantes onde nunca nenhum hominídeo tinha ousado ir. Ou seja, só foi possível devido ao desenvolvimento das suas tecnologias, há cerca de 40 mil anos. Foi a seguir a estas migrações que se formaram as diferenças somáticas, culturais e linguísticas entre os diversos povos da Terra. As etapas de expansão do Sapiens moderno, foram reconstituídas não só com base nos testemunhos arqueológicos, mas também nas diferenças genéticas e linguísticas entre as populações que hoje vivem nas varias regiões.
   Quanto maiores são as diferenças, tanto mais antiga é a separação entre duas populações.
Evolução Humana 
O proximo Oriente foi a primeira etapa onde o Spaiens viveu muito tempo, lado a lado com os Neandertais , isto há cerca de 100 mil anos. A partir daqui, entre os 80  e os 60 mil anos atrás, teve inicio a colonização da Ásia: algumas populações foram para o sudoeste desse continente, e alguns/ parte dos seus descendentes continuaram a viagem indo de ilha em ilha até à Nova Guiné e a Austrália, onde chegaram há menos de 60 mil anos.
Naquela época, em plena glaciação, os braços de mar eram mais extensos, pois o nível dos oceanos era cerca de 100 metros mais baixo do que o atual. Depois, há cerca de 30-40 mil anos, algumas populações dirigiram-se para a Sibéria oriental, enquanto outras colonizaram a Europa pondo fim à época dos Neandertais. Mais tarde, há cerca de 12 mil anos, teve inicio a rápida colonização das Américas, e partir para a Sibéria oriental.
  Há cerca de 4 mil anos, a partir da Ásia oriental iniciou-se a ultima grande expansão da humanidade e apenas terminou há cerca de mil ano, indo para as mais remotas ilhas do pacifico.
  Concluindo, as alterações das condições climáticas originadas durante os períodos glaciário e traduzidos por períodos muito frios, tiveram grande influencia na modificação das condições ambientais e afetaram, sem duvida, o curso da evolução humana.              




Autores: Raquel e Vanessa 
Baseado em:   Geologia 12º ano, Porto Editora 
Fonte: Direcçao- Geral de Minas e Serviços Geológicos
Serviços Geológicos de Portugal, 1968.
Imagens:  http://www.google.com/imgres?start=31&num=10&hl=pt-PT&biw=1440&bih=766&tbm=isch&tbnid=b17OiwwMg0IvmM:&imgrefurl=http://blogs.jovempan.uol.com.br/meioambiente/tag/mudancas-climaticas/&docid=M7Qp1T45pTyAZM&imgurl=http://blogs.jovempan.uol.com.br/meioambiente/wp-

domingo, 11 de março de 2012

Aves marinhas em perigo


Um estudo mostra que o mau estado dos oceanos está a provocar um declínio na população mundial dos pássaros que se alimentam no mar.



                                                    Há reduções populacionais em 47% das espécies
                                            Fotografia © Reuters-Alex
                                      Retirada do Diário de Noticias  

Os pássaros marinhos estão a perder populações em quase metade das espécies, revela um estudo publicado pela Bird Conservation International. Esta organização analisou 346 espécies de aves e apurou que 47% destas tinham declínios substanciais no seu número em locais de reprodução. Para surpresa dos próprios cientistas, 17 das 22 espécies da família do albatroz registavam reduções importantes.

O estudo, citado pela BBC, mostrou quedas mais acentuadas em aves marinhas, o que parece ser um indicador sério de problemas com a saúde dos oceanos. Os pássaros são ameaçados pela pesca comercial, pois muitos animais morrem nas redes, mas também invasões do seu habitat por outras espécies, sobretudo ratos.

A Bird Conservation International participa na elaboração da chamada Lista Vermelha da União Internacional da Conservação da Natureza, onde se calcula que 5% das aves marinhas estão numa categoria de "perigo crítico". Refira-se que estas espécies, que se reproduzem em terra e se alimentam no mar, representam 3,5% de todos os pássaros no planeta.

Informação: Diário de Noticias 





Estamos perante uma situação bastante preocupante. Os pássaros já são ameaçados pela pesca comercial, o que levam a que muitos animais morram nas redes e alguns habitats são invadidos por outras espécies. 
Se não começarmos deste já a tomar consciência deste problema, depois pode ser tarde de mais.   

A mais forte erupção solar em cinco anos atinge a Terra



     A mais forte erupção solar em cinco anos vai "bombardear", a partir de hoje, 8/03/2012, a Terra com partículas eletromagnéticas suscetíveis de perturbar as comunicações por satélite e as redes de distribuição elétrica, anunciaram as autoridades norte-americanas.





Imagem retirada do Diário de Noticias 




O impacto na Terra da tempestade solar, que começou na terça-feira, deverá começar a sentir-se a partir das 12:00 de hoje, 8/03/2012 prologando-se até sexta-feira, segundo as previsões da Administração Nacional dos Oceanos e da Atmosfera, nos Estados Unidos, citada pela agência AFP.

A explosão de partículas, que atingirão a superfície do "Planeta Azul" a uma velocidade de 6,44 milhões de km/h, poderá, eventualmente, afetar a distribuição de eletricidade, as comunicações por satélite, os sistemas GPS, a atividade dos astronautas da Estação Espacial Internacional e obrigar as companhias aéreas a alterarem as rotas para evitar as regiões polares.

Os peritos ressalvam, no entanto, que a Terra está bem protegida das tempestades solares pelo seu campo magnético.

O fenómeno poderá ainda criar, hoje, auroras boreais espetaculares na Ásia Central.

De acordo com a NASA, agência espacial norte-americana, o aumento do número de erupções solares (explosões na superfície do Sol causadas por mudanças repentinas no seu campo magnético) é normal, atendendo ao seu ciclo de atividade em 11 anos, que deverá atingir o seu máximo em 2013.




Informação: Diário de Noticias.  

terça-feira, 6 de março de 2012

Nevão no Norte de França

Sic
Fotografia Raquel e Vanessa.


Na Europa o norte de França está a ser atingido por uma forte tempestade de neve por toda a região.
     Há muitas localidades sem luzes e estima-se que mais de  100 mil casas  ficaram às escuras. A situação obrigou também o corte de estradas e, nalguns casos,  a neve atinge  nas estradas, mais de 10 centímetros de altura.

Inf:  Sic 

Cheias na Austrália

Fotografia: Raquel e Vanessa
Sic

Na Austrália o Nova Gales do Sul é o mais fustigado pelas inundações que afectam grande parte do país. Uma cidade com 9 mil habitantes, foi já evacuada devido ao nível das aguas que ultrapassou 10 metros.
  As cheias provocadas pelas chuvas torrenciais das últimas  semanas em Nova Gales e Vitoria provocaram já dois mortos e levaram ao corte da circulação em centenas de estradas e pontes.
   As previsões são de chuva até ao final da semana.    


Fonte: Sic   

Encontrados fósseis de um dinossauro de 20 toneladas

                  

Uma equipa de arqueólogos encontrou vestígios de um dinossauro de 20 toneladas na região de El Castallar, em Espanha. O animal terá vivido há 110 milhões de anos.



     Recriação de um 'Transtavisaurio sanzi'

Fotografia © Fundación Dinópolis/ Direitos reservados
Fotografia retirada do Diário de Noticias 


    Os fósseis foram escavados por uma equipa da Fundação Conjunto Paleontológico de Teruel-Dinópolis em 2005. Desde então, os investigadores têm-se dedicado ao restauro e ao estudo dos fóseis. O resultado da sua pesquisa foi recentemente publicado na revista científica 'Cretaceous Research'.

Os cientistas concluíram que este é o dinossauro mais completo do Cretácio inferior em toda a Europa, uma vez que com os fósseis encontrados foi possível reconstituir 45% do esqueleto.

Trata-se de um dinossauro da mesma espécie do que foi encontrado em 1996 em Pñarroya de Tanstavins, a 170 quilómetros de distância, e conhecido como 'Tanstavinsaurus sanzi'. Mas este dinossauro deveria ter cerca de 17 metros de comprimento e, segundo os especialistas, citados pelo El Mundo, "era um pouco mais bonito do que o seu colega de Peñarroya".

Inf.: Diário de Noticias 



   Bem, o que uma equipa de paleontológicos pode fazer é extraordinário. E é incrível como os fosseis que são encontrados podem  reconstituir um esqueleto. Claro que é necessário muito profissionalismo, sobretudo quando se trata de uma reconstituição de 45% do esqueleto, incluindo que  são  fosseis que dizem ser do Cretácico inferior .    

Árvores sobreviveram à Idade do Gelo na Escandinávia

           Algumas árvores da Escandinávia sobreviveram à Idade do Gelo, contrariando a tese comummente aceite de que todas as árvores teriam sucumbido à densa camada de gelo que cobriu a região.




Retirada do Diário de Noticias. 




          
     Pensava-se que as atuais árvores coníferas existentes na Escandinávia descenderiam de espécies que migraram para o norte, após o gelo ter derretido, há 9 mil anos atrás. Mas investigações recentes sugerem que algumas árvores sobreviveram no topo das montanhas, em ilhas ou em áreas costeiras, escapando à grande camada de gelo. Estas investigações foram publicadas no jornal especializado Science.

"A nossa investigação mostra que nem todas as árvores da Escandinávia têm os mesmos antecessores, ao contrário do que antes acreditávamos", explicou à BBC o professor Eske Willerslev, do Centro de Geogenética da Universidade de Copenhaga. "Houve algumas espécies que sobreviveram à dureza do clima em bolsas que escaparam ao gelo, e depois, quando o gelo derreteu, conseguiram espalhar as suas sementes."

"Outras árvores  têm a sua origem nas zonas do sul da Europa. Assim, podemos referir-nos agora às espécies originais e às espécies introduzidas depois na Escandinávia."

Inf.: BBC
Diário de Noticias 



     Quando nos referimos à idade do gelo, o que nos vem à ideia é um longo período de tempo, maioritariamente, vivido em gelo. Acreditávamos que seria possível que algum animal tivesse sobrevivido, ou por ter características apropriadas ao novo clima ou por outra razão.    
   O facto é que nunca podíamos imaginar que algumas árvores pudessem ter sobrevivido, também é certo que elas estariam localizadas num sitio privilegiado, privado do forte contacto do gelo.    
    Muito bom!